
Após apresentação inicial realizada em março, no lançamento do plano estratégico “futuREady”, a Renault divulga agora todos os detalhes a respeito do Dacia Striker. Considerada a “perua do Boreal”, a station wagon é baseada na mesma plataforma do SUV e chega à Europa com a missão de concorrer com Skoda Octavia e Volkswagen Passat Variant. O preço inicial ficará na casa dos 25 mil euros, cerca de R$ 147 mil em conversão direta.
Segundo a Dacia, o Striker estreia com o objetivo de atrair novos públicos para a marca, especialmente clientes que rejeitam SUVs tradicionais e buscam uma opção alternativa sem abrir mão de aspectos como praticidade e espaço interno. Não por acaso, o design do modelo mistura elementos de diversos segmentos, incluindo crossovers, station wagons e sedãs.
A plataforma adotada é a mesma RGMP do Boreal o comprimento divulgado é de 4,62 metros (contra 4,56 m do SUV). Outras medidas incluem 1,82 m de largura, 1,54 m de altura e 2,70 m de entre-eixos. As rodas podem ser de 17, 18 ou 19 polegadas. A altura livre do solo para as versões com tração dianteira é de 19 centímetros, enquanto para as versões com tração integral é de 20 cm. O porta-malas leva generosos 600 litros.
Dacia Striker tem três versões híbridas disponíveis e até 155 cv de potência
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Na cabine, o Striker compartilha diversos elementos do painel com o Duster europeu, incluindo formato das saídas de ventilação, comandos do câmbio, volante e central multimídia. Sob o apoio de braço dianteiro, há um compartimento de armazenamento de 6,7 litros. Destaque ainda para o porta-malas com capacidade para generosos 600 litros.
No porta-malas, Dacia Striker leva até 600 litros
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Equipamentos do Dacia Striker
Na versão de entrada Essential, o pacote de equipamentos inclui controle de cruzeiro adaptativo, câmera de ré, rodas de aço de 17 polegadas, ar-condicionado manual, barras de teto, multimídia de 10,1 polegadas, quadro de instrumentos digital de 7 polegadas e vidros elétricos em todas as portas.
Dacia Striker tem painel com elementos inspirados no Duster e no Bigster
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As versões superiores adicionam ar-condicionado digital de duas zonas, freio de estacionamento eletromecânico, controle de descida em declives, quadro de instrumentos digital de 10 polegadas, sistema de som Arkamys 3D com seis alto-falantes, carregamento sem fio para smartphones, porta-malas com abertura e fechamento elétricos, além de teto solar panorâmico.
Dacia Striker tem console central elevado e com porta-objetos de 6,7 litros
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Striker é perua híbrida e 4×4
Na Europa, todas as versões do Striker são híbridas. A opção de entrada é um conjunto híbrido leve baseado no motor 1.2 turbo de 140 cv movido tanto a gasolina quanto a GLP (gás liquefeito de petróleo). O auxílio elétrico é fornecido por um sistema de partida/gerador de 48 volts. O câmbio pode ser manual de seis marchas ou automático de dupla embreagem e iguais seis marchas.
Dacia Striker tem 4,62 metros de comprimento e é maior que o Renault Boreal
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Logo acima, a versão Hybrid 155 combina um motor 1.8 a gasolina naturalmente aspirado de 109 cv, um gerador de partida e um motor de tração elétrico de 49 cv, totalizando 155 cv de potência. O conjunto inclui ainda uma transmissão automática de três eixos e quatro marchas e uma bateria auxiliar de 1,4 kWh.
Dacia Striker tem altura em relação ao solo de 20 cm na versão 4×4
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Por fim, a variante topo de linha é a Hybrid 150 4×4. Neste caso, o motor 1.2 turbo a gasolina de 140 cv é montado na dianteira e auxiliado por um gerador de partida de 48 volts, além do câmbio automático de dupla embreagem e 6 marchas. Já as rodas traseiras são acionadas por um motor elétrico dedicado de 31 cv acoplado a uma caixa de câmbio de duas velocidades.
Dacia Striker é produzida na fábrica do grupo Renault na Turquia, abastecendo toda Europa
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A potência combinada máxima do conjunto é de 150 cv e a tração integral opera em velocidades de até 140 km/h. Acima dessa velocidade, a tração passa a ser apenas dianteira. Há modos especiais para condução em lama, areia e neve.
A produção do Striker é concentrada na fábrica do grupo Renault na Turquia. Já na Romênia, país de origem da Dacia, são produzidos os SUVs Duster e Bigster.
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